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Defensoria Pública realiza dezenas de atendimentos em mutirão para reconhecimento de paternidade

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Fonte/divulgação: Defensoria Pública do Estado do Maranhão.

Seu Júlio Veríssimo Moreira provou que nunca é tarde demais para rever a história de uma vida. Aos 82 anos, pai de 8 filhos, ele participou do mutirão do “Meu Pai Tem Nome”, onde fez o reconhecimento voluntário de 5 deles e prometeu voltar para colocar o seu nome no registro dos outros 3. O caso do idoso morador da cidade de Pinheiro foi um dos mais de 60 atendimentos realizados pela Defensoria Pública do Estado, no sábado, 19, em três pontos na capital e em alguns núcleos do interior.

O mutirão “Meu Pai Tem Nome” é uma iniciativa realizada em parceria com o Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege), que buscou fomentar as ações de reconhecimento de paternidade em todo o país.

Fonte/divulgação: Defensoria Pública do Estado do Maranhão.

Abriram as portas no Maranhão, a sede da DPE, em São Luís, a Creche Escola Elza Maria Rodrigues da Silva, na Cidade Operária, e a União de Moradores, no Turu. Neste último, a DPE em parceria com outras instituições e empresas, a exemplo do Tribunal de Justiça e a Equatorial, ofertou outros serviços, além do reconhecimento de paternidade, chegando a 60 atendimentos.             

No interior, aderiram à mobilização nacional, além de Pinheiro, os municípios de Imperatriz, Tutóia, Itapecuru-Mirim, Coelho Neto, Carolina, Pedreiras e Vitorino Freire.   

“Estou muito feliz em poder colocar meu nome, mesmo depois desse tempo todo, nos documentos dos meus filhos e os outros 3 não puderam participar porque estão em viagem, mas na próxima oportunidade irei fazer questão de procurar a Defensoria Pública para não deixar passar essa chance”, disse o aposentado Júlio Veríssimo, que reside na zona rural de Pinheiro, e foi um dos 25 casos de reconhecimento de paternidade registrados no mutirão, naquela cidade.   

Os números relacionados à ausência do pais nas certidões de nascimento são alarmantes. Segundo dados da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), no Maranhão, das 59.490 crianças nascidas e registradas, neste ano, 6.730 não têm o nome do pai na certidão. São Luís é a cidade maranhense que aparece com o maior número de ausências, 593.

A defensora pública e diretora de Assuntos Institucionais e Estratégicos da DPE/MA, Débora Alcântara, reforçou que, mesmo com os esforços voltados para a mobilização no sábado, diariamente a Defensoria oferece o serviço. “O reconhecimento de paternidade é realizado todos os dias em nossa sede e nos núcleos do interior. Neste Dia D, as Defensorias brasileiras concentraram a atuação com o propósito de frear essa triste realidade”, afirmou a defensora pública.

Fonte/divulgação: Defensoria Pública do Estado do Maranhão.
Fonte/divulgação: Defensoria Pública do Estado do Maranhão.
Fonte/divulgação: Defensoria Pública do Estado do Maranhão.

Fonte: Defensoria Pública do Estado do MA

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